Márcio Cerbella – Inspiração e Estratégia
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Textos

Jurany

Pensando no meu pai...

E se a sensibilidade fosse apenas um sussurro da alma?

Um convite delicado para escutar além do que já foi dito,

para perceber o pulsar suave da vida que acontece dentro e fora.

Talvez seja possível sentir que, "Assim como são as pessoas, são as criaturas",

únicas, cada uma em seu silêncio, cada uma em sua essência.

 

"Cada um com seu cada qual", talvez esse seja o segredo,

que em jornadas tão particulares o respeito seja um espaço comum,

um espaço onde "O seu direito termina quando começa o do outro, e vice versa".

Quem sabe nesse equilíbrio discreto esteja a harmonia verdadeira.

 

Talvez, "Para ser melhor, não é necessário ultrapassar ninguém".

Talvez a verdadeira grandeza esteja mesmo nos pequenos gestos,

nos olhares que acolhem, nas palavras que suavizam.

 

"Respeito é bom e todo mundo gosta", um lembrete sutil,

uma lembrança guardada no íntimo de cada um de nós.

Porque "Assim como você faz uma coisa, é como você faz todas as coisas".

E se tudo isso pudesse ser feito sempre com amor, sem pressa.

 

Quem sabe o bem-estar seja fruto de escolhas conscientes,

do cuidar delicado consigo mesmo e com o outro.

Talvez perdoar seja mesmo o ápice do amor,

a mais suave libertação da alma, um abrir portas para novos caminhos.

 

Algumas dessas frases vieram da sabedoria vestida de simplicidade,

do meu doce pai Jurany, que sempre as dizia com ternura...

Que me ensinou a respeitar, cumprimentar e "olhar" para todos que cruzavam nosso caminho de forma única e sincera.

 

E se deixássemos a sensibilidade nos guiar,

e o respeito fosse um companheiro silencioso?

Talvez a vida seja apenas essa delicada viagem de aprendizado,

ele dizia: "A vida é uma escola",

onde cada emoção pode ser guardada como um tesouro, tão frágil quanto precioso.

 

Ubuntu, waka, abraços e sorrisos!

 

 

Jurany é poesia em pessoa. Tinha um jeito calmo de falar e um sorriso que abraçava. Gostava de café com leite pingado, bom dia com olhar nos olhos e de ensinar sem parecer professor. Vivia dizendo: “cada um com seu cada qual” e fazia a gente rir com suas tiradas cheias de verdade. Achava que respeito era coisa de todo dia, e que ninguém precisa passar por cima de ninguém pra brilhar. Amava gente, bicho e conversa na varanda. Era leve, simples e feliz, fez do amor sua herança. Um coração que caminhava devagar... mas tocava todo mundo por onde passava.

Marcio Cerbella
Enviado por Marcio Cerbella em 02/08/2025
Alterado em 02/08/2025
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